Desenvolvimento, produção e qualidade de gengibre em função de diferentes doses de cama de frango
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O estado do Espírito Santo destaca-se como um dos principais polos de produção e exportação de gengibre no Brasil, atividade impulsionada, em grande parte, pela atuação de agricultores familiares. Nesse contexto, a pesquisa avaliou o efeito de diferentes doses de cama de frango como adubo orgânico na produção de gengibre, identificando a melhor dosagem para o desenvolvimento e produtividade da cultura. O experimento foi conduzido na comunidade de Rio das Pedras, no município de Santa Leopoldina, situada na região Central Serrana do Espírito Santo, com regiões geográficas de latitude Sul 20°06'03” e longitude Oeste de Greenwich 40°31'48”. O delineamento experimental adotado foi em blocos casualizado, com seis tratamentos e quatro blocos, conforme a seguinte distribuição: T0 (Controle): sem adição de cama de frango, apenas adubação mineral; T1: 2,0 L/m² (equivalente a 4,0 L/parcela); T2: 4,0 L/m² (equivalente a 8,0 L/parcela); T3: 8,0 L/m² (equivalente a 16,0 L/parcela); T4: 10,0 L/m² (equivalente a 20,0 L/parcela); T5: 15,0 L/m² (equivalente a 30,0 L/parcela). As avaliações do experimento foram realizadas em diferentes estágios do ciclo produtivo: aos 60, 90 e 120 dias. A produtividade foi avaliada ao final de oito meses, durante a colheita, considerando aspectos quantitativos e qualitativos do rizoma. Além disso, foi realizado um estudo da durabilidade pós-colheita, com avaliações semanais da validade de prateleira, analisando aspectos como perda de massa, alterações visuais e qualidade do produto ao longo do tempo. As diferentes doses de cama de frango influenciaram as variáveis brix, nitrogênio, peso total e clorofila e produtividade.
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