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Avaliação da sedimentabilidade do lodo biológico de um processo de lodos ativados

dc.contributor.advisorBorges, Raquel Machado
dc.contributor.authorCovre, Nathalia Soares
dc.date.accessioned2020-09-25T13:35:25Z
dc.date.available2020-09-25T13:35:25Z
dc.date.issued2020
dc.identifier.citationCOVRE, Nathalia Soares. Avaliação da sedimentabilidade do lodo biológico de um processo de lodos ativados. 2020. 92 f. Monografia (Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental) - Instituto Federal do Espírito Santo, Vitória, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ifes.edu.br/handle/123456789/644
dc.description.abstractRESUMO: A sedimentabilidade do lodo biológico das estações de tratamento de esgoto tem sido estimada por meio de ensaios do Índice Volumétrico de Lodo (IVL). Esta metodologia, no entanto, provê uma medição de baixo nível de sedimentabilidade, a qual representa somente um registro momentâneo do comportamento do lodo no processo de sedimentação. Para otimizar a operação e auxiliar na tomada de decisão, ganham importância métodos que permitem identificar diferentes regimes de sedimentação associados a diferentes condições operacionais que, por sua vez, impactam nas diferentes características de lodo biológico. Neste trabalho, implementou-se os testes de Limite de Floculação (TOF) e de Sedimentação em Batelada (Batch Settling) para avaliar a sedimentabilidade do lodo biológico de um sistema de lodos ativados, buscando-se correlacionar os resultados obtidos com as características do esgoto afluente, com as características do lodo biológico e com as condições operacionais adotadas na ETE. O estudo foi dividido em 3 campanhas de teste, sendo a primeira caracterizada predominantemente por clima seco e as duas últimas marcadas por sucessivos eventos chuvosos. Verificou-se que, as precipitações pluviométricas intensas, juntamente com os demais fatores apresentados, podem ter prejudicado a formação dos flocos biológicos, resultando em flocos com maior abundância de bactérias filamentosas, de estrutura difusa e de baixa densidade. As concentrações de TOF encontradas foram de 145 a 155 mg/L (campanha 1), 100 mg/L (campanha 2) e entre 60 e 100 mg/L (campanha 3). A campanha 1 obteve velocidades de sedimentação mais rápidas (média de 5,08 m/h) , enquanto as curvas de sedimentação das campanhas 2 e 3 mostraram um comportamento predominantemente compressivo, com velocidades mais baixas (médias de 3,42 e 2,49 m/h, respectivamente), evidenciando que a eficiência de compactação da manta de lodo foi consideravelmente melhor na primeira campanha, enquanto as demais apresentaram um lodo expansivo e com maior limitação à sedimentação.pt_BR
dc.format.extent92 f.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsacesso_abertopt_BR
dc.subjectTratamento de Esgotospt_BR
dc.subjectLodos Ativadospt_BR
dc.subjectTeste de Sedimentabilidadept_BR
dc.subjectDecantador secundáriopt_BR
dc.titleAvaliação da sedimentabilidade do lodo biológico de um processo de lodos ativadospt_BR
dc.typetrabalho de conclusão de cursopt_BR
dc.contributor.advisor-coCamargo, Cristal Coser de
dc.publisher.localVitóriapt_BR
ifes.campusCampus_Vitoriapt_BR
dc.contributor.institutionRioVivo Ambientalpt_BR
dc.contributor.institutionUniversidade Federal do Espírito Santo (Ufes)pt_BR
dc.contributor.memberLima, Márcia Regina Pereira
dc.contributor.memberAssis, Tatiana Izato
dc.contributor.memberBorges, Raquel Machado
dc.contributor.memberCamargo, Cristal Coser de


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